Joacine – a anti-*istas

Joacine insurge-se contra a “desconização”

Joacine Katar Moreira, numa das suas ultimas polemicas, acusa um dos vice-presidentes de um gesto de odio e misoginia por causa de um tweet em mostra uma imagem de um aviso colado a porta do seu gabinete, manipulado por Pedro Frazão.

Imagem partilhada por Pedro Frazão, ironizando com um autocolante colocado na porta do gabinete da deputada

A resposta de Joacine não se fez esperar, queixa em todas as instancias, menos na ONU.

Uma deputada muito-pouco

Para uma deputada que se dizia representar a comunidade africana, Joacine é muito pouco, muita luta intersecional, muito anti-racismo, muito anti-facismo, mas ouviu-se muito falar muito pouco dos problemas que as tais minorias enfrentam no acesso a habitação, cuidados de saúde e mercado de trabalho.

A luta da Joacine, da esquerda radical pode florescer em países como os EUA o no Reino Unido mas em Portugal a luta por condições mínimas de vida e partilhada entre pretos e brancos, e Joacine fez muito pouco para estabelecer qualquer tipo de ponte entre diferentes comunidades, pelo contrario, apresentou um discurso sectário e em abono da verdade, claramente racista.

Também, poucas palavras se ouviram de Joacine, e dos seus amigos ativistas relativamente ao crime hediondo ocorrido no paragem de metro do Laranjeiras em lisboa num ajuste de contas entre gangues de jovens. Ou em relação ao assassínio de um cabo-verdiano na Amadora pelo que se julga por odio racial entre a comunidade negra.

Podemos afirmar que Portugal e um pais racista quando só ficamos quando são brancos a fazer o mesmo.

Ao contrario de que alguns querem fazer crer, quando a este tipo de violência e uma coisa e identificado com um tipo de etnia ou comunidade haverá sempre desconfiança e preconceito entre estas e a restante população.

Porém, Joacine não veio para resolver nada, mas nunca coisa foi unanime, tirando o seu pequeno grupo de seguidores toda a gente a detesta.