Critical Race Theory

Prince Harry says he’s had an ‘awakening’ on racism, in a world ‘created by White people for White people’

No mês passado Donald Trump proibiu qualquer programa de treino ou de formação com base nesta teoria a nível federal, no entanto no UK estes programas estão a ser apoiados pelo próprio partido conservador.

Naquilo que alguns podem considerar como um treino de sensibilidade racial, transparece a ideias que estamos perante numa lavagem cerebral repleta de racismo anti-ocidental e profundamente antiliberais.

A Critical Race Theory (CRT) é um conjunto de teorias sociais que estuda a sociedade e a cultura e a forma como esta se relaciona com a raça, lei e poder, ou seja, estudos raciais anexos a teoria da interseccionalidade.

Tentando não perder muito tempo a explicar a teoria, podemos resumi-la em considerar que a sociedade, cultura e sistema de justiça dos EUA foi fundado por uma maioria branca num quadro de discriminação e que essas estruturas suportam essa discriminarão naquilo que e chamado de Racismo Sistémico.

Um aspecto positivo desta teoria seria avaliar se a sociedade, neste caso, norte-americana e de facto uma sociedade multi-cultural e de que forma situações de discriminações ocorridas no passado ainda podem ter impacto nos dias de hoje, como por exemplo na nível e violência policial ou na taxas de criminalidade elevadas em alguns grupos étnicos.

Mas, com qualquer outras teoria com base da internacionalidade, a Critical Race Teory apenas consiste num conjunto de ideias absurdas que visa fragmentar a sociedade numa suposta procura pela “equalidade” por oposição a “igualdade”.

Principals who acknowledge that racism exists, and that a mindset of “racial neutrality” is not the same as pursuing equity, may be less likely to thoughtlessly take the teacher’s word and instead ensure cultural misunderstandings between teachers and students are not an underlying cause of disciplinary referrals.

Principals who reject the idea of racial neutrality and acknowledge how several categories (including race, poverty, immigration status, LGBTQ identity) can create additional layers of marginalization might be able to question their own practices. They might then avoid disciplining students sleeping in class who are experiencing homelessness, just lost loved ones to deportation, or are working after school to support their household, for instance.

https://www.edweek.org/ew/articles/2020/10/07/no-critical-race-theory-isnt-anti-american.html

Pior do que isso, a CRT atenta contra o principio liberal de ninguém deve ser discriminado pela sua raça ou que a justiça deve ser igual para todos.

Critique of liberalism: CRT scholars favor a more aggressive approach to social transformation, as opposed to liberalism’s more cautious approach; a race-conscious approach to transformation rejecting liberal embrace of affirmative action, color blindness, role modeling, or the merit principle; and an approach that relies more on political organizing, in contrast to liberalism’s reliance on rights-based remedies.

https://en.wikipedia.org/wiki/Critical_race_theory#Whiteness_as_property

De muitas formas, a CRT parece estar alinhada com o marxismo cultural protagonizado por movimentos como o Black Lives Matter, que se baseiam na ideia de que as estruturas actuais suportam o chamado racismo sistemático e têm de ser destruídas, combinado com um revisionismo histórico.

Projecto 1619 do NYT

O projecto 1619 do NYT é um exemplo disso que visa “visa reenquadrar a história do país, colocando as consequências da escravidão e as contribuições dos negros americanos no centro da narrativa nacional [dos Estados Unidos].

Como todas as ideias radicais, a CRT também ultrapassa o absurdo, e temos aqui alguns exemplos:

https://fee.org/articles/black-lives-matter-s-goal-to-disrupt-the-nuclear-family-fits-a-marxist-aim-that-goes-back-a-century-and-a-half/